Em pensar
que demais pensei.
E lembrar
de me esquecer.
Pois sonhar
não é sofrer.
Me entregar
a quem merecer.
Quem dirá?
Simples assim.
Ai de mim
mera mortal,
ser normal
afogada em receios.
E jogada ao meio
de esperanças e desilusões.
Busco a paz
que tanto sonhei.
Toquei,
beijei,
matei!
Mataram-me!
De carinhos
e afagos,
e dengos,
presentes
da Grécia Antiga.
Rumo ao coração de Roma
agora arrebentado.
E as ruínas deixadas
são runas
à serem desvendadas.
Pobre de ti
meu desejado escavador!
Mônia Zimmermann - 02/12/2011

Muito bom!! Adorei
ResponderExcluirO que me chama mais atenção nessa escrita é a inteligência da poeta! Um grande Abraço!
ResponderExcluir:$
ResponderExcluirObrigadinha, lindos!!!